Caros delegados,
A Agência de Comunicação tem o prazer de divulgar o jornal virtual "Debate Moderado". Colunas de moda e música, pérolas das sessões, torpedos e tudo de mais irreverente que os intrépidos jornalistas da 3ª MundoCM imaginarem terá espaço no jornal! Para estrear, uma crônica para todos aqueles que já sofreram com seus DPOs na última hora: DPOdisseia, por Emanuel Lavor.
http://debatemoderado.wordpress.com/
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Carta de Apresentação da ONUDI
Alguém pensa em
um tema mais atual que o desenvolvimento sustentável? Bom talvez a crise
econômica, ou a proeminência dos países em desenvolvimento nas esferas
multilaterais hoje baseada na cooperação Sul-Sul? A ONUDI mescla os três temas
e abre espaço para pensarmos soluções para o desenvolvimento sustentável que
favoreçam o desenvolvimento industrial em tempos de crise econômica e, além de
tudo isso, dando ênfase à cooperação Sul-Sul.
A ONUDI é uma
agência de cooperação técnica – então não espere debates muito teóricos que
apenas fixam metas pouco tangíveis – que trabalha em três vertentes
fundamentais: a redução da pobreza mediante a atividade produtiva, o
desenvolvimento da capacidade comercial e o desenvolvimento ambientalmente
sustentável combinado à garantia da obtenção de energia. O objetivo é usar da
cooperação técnica para criar programas de desenvolvimento industrial social,
ambiental e economicamente responsáveis.
Em resumo unimos
temas de comitês rosa (que tratam da
perspectiva social da política internacional), misturamos com o tema verde (meio
ambiente), apimentamos com a perspectiva econômica e damos oportunidade aos
países periféricos para que ajam proativamente, dependendo menos dos estados
desenvolvidos. É uma perspectiva inovadora que pretende abrir mentes e promete
debates inimagináveis em outros contextos. A principal dica para os delegados
é: não se prenda ao básico, ao tradicional. Estamos quebrando paradigmas.
Eu sou a Luá (o
nome é tenso mas foi a mamãe quem escolheu, não me culpem por isso), estou no
8º semestre de Relações Internacionais na UnB e já cursei um semestre de
Direito na federal de Juiz de Fora. Fui aluna do CMJF e me formei na turma da
camisa vermelha do CMB. Simulei na SiNUS, SINEI, MiniONU e Politéia e fui parte
de mesas diretoras na SiNUS e na MundoCM do ano passado. Estarei muito bem
acompanhada por três alunos do Direito da UnB: Isadora, que é caloura, Susan, que cursa o segundo semestre, e Asaph, que além de aluno do segundo semestre na
UnB é ex aluno do CMB. Apesar de nenhum deles ter participado de modelos das
nações Unidas, todos demonstraram muita capacidade no processo de redação do
guia e estão muito interessados no projeto. E para os que pretendem brincar com
as regras iludindo a mesa eu dou mais uma notícia desafiadora: a ONUDI tem
regras próprias então entraremos todos em pé de igualdade.
Até o próximo
post e nos vemos na Mundo!
sábado, 23 de junho de 2012
Carta de Apresentação da CFID
As diversas formas de ajuda ao
desenvolvimento constituem um dos mais importantes e visíveis mecanismos para a
promoção global do desenvolvimento. É por meio desse instrumento que países
assolados por problemas estruturais de diversas naturezas – meio ambiente,
segurança, fome – recebem o apoio internacional para se libertar do ciclo
vicioso do subdesenvolvimento.
Mas mesmo esses instrumentos
sofreram um grande revés com as diversas crises financeiras internacionais
ocorridas nos últimos anos. Em um contexto de corte de receita, países muitas
vezes considerados “não-estratégicos” tiveram cortes substanciais na ajuda que
recebiam de fora, quando os chamados “grandes provedores” de ajuda revisavam e
voltavam atrás em suas promessas de projetos de financiamento.
O CFID deste ano propõe uma
agenda focada para facilitar o debate: a implementação das propostas de taxação
internacional. Essas taxas, aplicadas sobre bens e serviços globais, gerariam
receitas suficientes para dar nova vida à ajuda externa ao desenvolvimento em
todo o mundo. A viabilidade técnica já foi provada e já existem operações em
vários países gerando receita para o desenvolvimento. Mas a vontade política é
difusa: muitos daqueles que pagariam por essa nova receita – as camadas mais
ricas do mundo, e não os governos – não querem assumir a conta. Sendo assim, o
CFID cria um espaço oportuno para responder à seguinte questão: como pôr em
prática novas formas de financiar o desenvolvimento global?
Philipe Moura (vulgo “Phil”) foi
o idealizador do comitê. Formado em Relações Internacionais e agora a caminho
do seu mestrado na Universidade da Califórnia, ele pesquisou sobre
financiamento alternativo ao desenvolvimento global e ajudou a publicar um
livro a esse respeito. Embora tenha ajudado com o guia, ele não poderá estar
presente nas sessões.
Eu sou Lucas Augusto Santos
Batista, 22 anos, natural de Brasília e recém-formado em Relações Internacionais
pela Universidade de Brasília. Posso dizer que fui aquele que pode ser chamado
de “model freak”, por não fazer outra coisa nos últimos quatro anos e meio a
não ser participar de simulações da ONU (fechei minha graduação com a singela
marca de 28 simulações), e dou muito valor a elas por terem me trazido onde
estou hoje, e pelos grandes amigos que ganhei com elas (principalmente meu caro
co-diretor Phil). Meus interesses acadêmicos giram em torno de Direito
Internacional, Paz e Segurança Internacional e Cooperação Internacional. O
CFID, por ser um projeto que pude ver desde o nascimento, foi o que me chamou
de volta, mesmo depois de algum tempo, para o MundoCM e para as simulações.
Espero poder ensinar muito mais do que termos técnicos sobre Desenvolvimento e
Instrumentos de Investimento, mas também a trilharem o caminho de vocês desde
agora rumo à carreira profissional de cada um.
Para me ajudar a dar seguimento a
esse comitê, conto com o essencial apoio de Michael Nass e Beatriz Soares.
Michael é ex-aluno, futuro internacionalista e é empolgadíssimo com a MundoCM –
que, segundo ele, é a melhor simulação da qual ele já participou! (E foi isso
que o trouxe a se candidatar para diretor da edição deste ano). Beatriz, por
sua vez, é estudante de Direito na Universidade de Brasília, e, embora seja
esse o seu primeiro contato com simulações, ela se envolveu bastante com a
pesquisa do comitê e vem desempenhando um papel fundamental no nosso guia de
estudos.
Estamos todos ansiosos para
conhecê-los em agosto e simularmos juntos!
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Carta de Apresentação da AC
Agência se
ama
Porque essa caretice de comitê ninguém merece
Você merece MAIS. MAIS que passar horas numa
cadeira, sem água e sem comida, se abanando só com uma plaquinha à espera
interminável do coffee-break. MAIS que ter que esperar uma lista de oradores
imensa pra chegar a sua vez de falar – e perceber que mudaram para um assunto
que você detesta. MAIS que ficar trancafiado numa sala, obrigado a ouvir dez
discursos tediosos a cada declaração estimulante. Você merece MAIS, meu caro! Você
merece a AC.
O jornalista não para; o jornalista não fica
entediado; o jornalista não desliga: o jornalista corre. E como corre! Da
redação pro comitê, do comitê pra redação, e daí pra conseguir uma entrevista
com a Secretária-Geral, para distribuir a edição que acabou de sair ou pra
descobrir um furo jornalístico. Além da cobertura dos comitês, o jornalista
vive cada nuança da simulação. Ele vai conhecer os visitantes que vieram de
todos os cantos do país, vai escrever sobre as pautas mais inusitadas e vai
morrer de saudades quando tudo acabar.
Saudades de correr de um lado pro outro com
um bloquinho, uma caneta, uma máquina fotográfica e uma pauta na cabeça. Trabalho,
estresse e correria: o tweet mais bombástico, a fotografia que mais denuncie, a
coletiva de imprensa que desafie até o delegado mais confiante. Mais que
colecionar pérolas dos outros, o jornalista da Mundo CM vai sentir o coração
bater mais forte ao ler a sua matéria no jornal. Tudo isso enquanto aprende a lidar
com prazo, equipe e desafio. Acredite: no final, você vai se perguntar como
conseguiu se superar em tantos aspectos. E vai sorrir ao perceber como você
acabou conhecendo tanto sobre os comitês, como realmente funciona sob pressão e
como é empolgante batalhar por um espaço maior no jornal.
Apresentamos a vocês os diretores mais
descolados de toda Mundo CM! Com vocês, o nosso editor-chefe, Ítalo Corrêa!
Cursando o sexto semestre de Ciência Política, na UnB, ele mandou dizer que mal
pode esperar pra escrever no quadro: Agência se ama. Mas só depois de revisar
mil textos e encher o saco de todo mundo para fechar logo a edição. Temos
também a caipira Jamile Racanicci, que cursa o primeiro semestre de
Comunicação, também na UnB e que, acreditem se quiser, nunca – nunca! – bebeu
uma gota de café! E, por último, mas não menos importante, Gabriella
Kashiwakura, terceiro semestre de POL na UnB, nossa editora japonesa super
descolada e viciada em chocolate (atenção: ela só tem cara de fofa, mas é super
mandona).
Então, não dê mole: seja um jornalista! Tem
crachá pra entrar em qualquer sessão, editores pra amar pra sempre e motivo pra
puxar conversa com qualquer delegado – afinal, quem sabe onde a entrevista pode
te levar?
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Carta de Apresentação do CDH
A Mundo CM é o ambiente perfeito
para a quebra de paradigmas no universo modeleiro. E não será diferente em
relação ao Conselho de Direitos Humanos dessa terceira edição.
Conselhos de Direitos Humanos são
espaços de discussão de temas cruciais. Entretanto, a prática modeleira indica
que esse importante espaço, com sua natural variedade de Estados, geralmente
não expressa os impasses e embates ideológicos que permeiam a temática dos
Direitos Humanos. O consenso generalizado que inunda os CDHs justifica seu
apelido de “comitê rosa”.
Não é o que se espera deste CDH,
que tratará do tema “Limitações aos fluxos migratórios”. Tal tema força a
divisão, mesmo em um Conselho de Direitos Humanos, entre países de emigrantes e
países receptores, colocando estes na delicada situação de terem que encaixar
suas limitações a imigrações no discurso internacional de proteção aos Direitos
Humanos. A própria formação da Mesa
Diretora do Conselho mostra a convergência de ex-delegados com interesses não
em comitês consensuais, mas sim naqueles em que há #polêmica.
Eu, Gilberto Gomes, camisa
vermelha, 8º semestre em Direito, passei, como delegado, por duas SiNUS (FFNU e
AIEA) e uma SiNEI (Versailles). Como Diretor, colaborei em uma Corte
Internacional de Justiça e na Comissão para Prevenção do Crime e Justiça Criminal
(SiNUS), além do SPECPOL na última Mundo CM. São meus honrosos assistentes:
Daniel Saran, William Laport e Victor Gebhard.
O primeiro, calouro de Ciência
Política, embora tenha cursado 7 semestre de Relações Internacionais na PUC-MG,
é nosso membro mais veterano em simulações. Passou por 6 Mini-ONUs, 1 SiNUS, 5
TEMAS, 2 SiEM, 2 AMUNs e 1 SPMun, como delegado e organizador, indo de CDH a
Conselho de Segurança, passando por Gabinete do Partido Comunista Chinês e
Assembléia Geral (UFA!).
O segundo é William Laport,
estudante do 5º semestre em Direito. Já simulou tema semelhante em ACNURH do
Mirin, trazendo valiosa experiência para o grupo. Trará para o comitê também
sua simpatia natural dos cariocas.
Finalmente, temos Victor Gebhard,
camisa azul-escuro, quase calouro em Direito, também tem vasta experiência em
simulações, com SiNUS, Mirin, MiniONU e HMUN no currículo, além de duas Mundo CM.
É o único que, por ser nosso caçula, pode ter tido o prazer de simular com
alguns de vocês. Por isso mesmo, espero que estejam sempre à vontade de manter
contato tanto com ele quanto com o restante dos diretores.
Para um primeiro post, é isso.
Espero que estejam mais do que convencidos da capacidade desta Mesa Diretora em
orientá-los por este instigante tema no CDH mais #polêmico de todos os tempos.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
UNSC's Presentation Letter

Ladies and
gentlemen, I, Pedro Haluch, would like to welcome you to the Third Mundo CM, and most especially to the United
Nations Security Council (UNSC)! This is a brief post to show you why you
should choose the UNSC over the other committees.
First of all the all-mighty extra-beautiful/handsome chair is composed by me, currently majoring in Physics, and also known for some as
magician or dancer (depends on the time of the day[or night]); The
black-powered Carlos Henrique, who can make your soul freeze solid with just a
look (he has the heads of the delegates that dared call him Caíque in the past
on his living room’s shelf); The hollywoodly-blue eyed and blonde Guilherme
Siqueira, who makes hearts skip beats all over town. Both of them are currently
undergraduate Law students; and last but definitely not least, our most
astonishing and perhaps (only perhaps) less cruel director Kátia Ogliari,
currently in Medical school.
Being done
with the chair members, let’s talk about the subject. As most UNSC subjects, it
deals with interesting, dynamic and addicting themes. The Situation in
Western-Sahara is, even if not-so-broadcasted by the media, one of the oldest
issues the Security Council still deals with. You will have the chance to see
what has and hasn’t been done, and be part of discussions of the highest level,
because the UNSC delegates usually are the mini-cherry on top of the regular
cherry on top of the sundae of awesomeness that a model UN is.

Finally
regarding the UNSC itself: you will have the chance to be on the smallest
committee of Mundo CM. One might ask why is that good; That’s great because
with less delegations the discussions flow quicker, adding dynamism to the
topic. You also won’t have to struggle to be heard, because as there are only 15
delegations you will have plenty of time in each session to express you point
of view. The UNSC is definitely one of the most comfortable committees to be in.
Oh, and did
I mention it’s the only committee with mandatory powers? Oh yes. The other
committees ask for things to happen, we order them to happen.
So that’s
it: from our most refined blend of directors all the way to the best model
experience, I sincerely hope you decide to come to the UNSC. We’ll try to be
nice. But don’t count on that.
Carta de Apresentação da CPP
Futuros delegados e delegadas e demais interessados na 3ª MundoCM, boa noite!
Meu nome é Rodolfo Veloso, serei o diretor da Comissão para a Construção da Paz (CCP) nessa MundoCM e nesse post farei as apresentações da bela e simpática mesa que vocês conhecerão no fim de agosto. Sou estudante de Direito do segundo semestre da Universidade de Brasília com uma passagem de dois anos pela Ciência da Computação da mesma universidade, estagio no Ministério das Relações Exteriores e fui aluno dessa Jovem Casa de Velhas Tradições por uns bons sete anos, tendo me formado em 2009.
Comecei minha trajetória em modelos justamente em 2009, na SiNUS. Depois, já na UnB, simulei o AMUN em 2010 e o HNMUN esse ano, fui diretor-assistente do G20 da SiNUS em 2011 e trabalhei nas duas primeiras MundoCM (na primeira, fui diretor do PNUMA e na segunda, assessor do Secretariado). Tenho grande apreço pelo Atlético Mineiro, vegetarianismo e meu PS3, e meus interesses acadêmicos principais consistem em Direito Internacional, Ambiental e questões correlatas ao desenvolvimento. Estou nesse comitê por causa da considerável aderência dos temas aos meus interesses acadêmicos, pela grande importância do tema no cenário mundial e da contribuição que avanços nele podem trazer para a construção de um mundo melhor.
Também se fazem presentes na mesa da CCP três excelentes diretoras que com certeza auxiliarão vocês antes e durante a simulação: a primeira delas é Larissa Coutinho – estudante também de Direito do nono semestre do UniCeub, que durante sua passagem no CMB envergou a camisa azul-clara (apesar de não ter chegado a se formar lá), e estagia na Procuradoria-Geral da República da Primeira Região. Gosta de romances, hipismo e séries, está aprendendo a fotografar, simulou no Simulois e no ONU Jr. de 2006 e no AMUN de 2011, e faz parte deste comitê porque acredita no potencial de cada pessoa para colaborar com a construção de um mundo onde haja paz, além do fato de que o comitê permite discussões importantíssimas e engrandecedoras sobre temas atuais no âmbito mundial.
A segunda é Bárbara Sun, estudante do 5º semestre de Relações Internacionais da UnB, natural de Botucatu, interior de São Paulo, e também estagiária do Ministério das Relações Exteriores. Tem como áreas de principal interesse Economia e Comércio Internacional, além de também gostar de História Mundial. Foi diretora-assistente do G-20 da SiNUS 2011 e diretora da OEAH da SiNUS 2012. Adora livros, seriados e filmes dos mais variados tipos; atualmente está apaixonada por Game of Thrones, tanto a série quanto os livros. Para ela, o mais interessante da CCP é que a comissão trabalha não somente pensando em como encerrar um conflito, mas principalmente em como, literalmente, reconstruir as estruturas básicas do Estado que o permitam sustentar e prover a seus cidadãos, tornando-se verdadeiramente soberano.
E por último e não menos importante, contaremos com Esther Weyl, estudante de Direito do segundo semestre da UnB e belenense com um pé no Uruguai. No Ensino Médio participou de algumas simulações e essa será sua primeira experiência como diretora. Trabalha em uma ONG chamada Anis - Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero e está atualmente em uma pesquisa sobre a lei Maria da Penha. Seus interesses são, admite, voláteis, mudam de hora em hora – gosta muito de viajar, literatura, cinema e gastronomia e adianta que será o elemento da mesa que terá um cupcake em mãos. O tema do comitê a atraiu principalmente pela palavra paz, um conceito tão abrangente que lhe deu curiosidade em saber como essa geração está lidando com um tema tão importante para o futuro.
Esperamos que vocês tenham gostado do tema da CCP tanto quanto nós e que vocês cheguem bem preparados na MundoCM! ;)
Efusivos abraços a todos,
Rodolfo Veloso, diretor.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Apresentação do CS
Saudações, queridos delegados do comitê mais importante de todos, o Conselho de Segurança das Nações Unidas!
Quem vos escreve é o malvado diretor de vocês, Pedro Henrique Marques (aka Pê Agá). Sou ex-aluno do CMB (turma de 2006, verde), graduando em Direito, modeleiro profissional, aspirante a diplomata e grande entusiasta do CS e de regimes de segurança.
Junto com meus fantásticos assistentes, o mágico/dançarino/estudante de Física (wtf?!) Pedro Haluch e a simpática estudante de RI Bárbara Vilarinhos, estou muito contente em recebê-los para esta relevante discussão acerca do programa nuclear norte-coreano e suas repercussões no sistema internacional.
Conforme ressaltado no guia (que eu espero que vocês já tenham lido!), nós usaremos este espaço para reproduzirmos alguns materiais relevantes para o estudo de vocês. De início, colocamos estes links para os acordos e resoluções mencionados no guia e mais alguns outros, sem os quais vocês terão dificuldades em entender corretamente o que já foi feito até aqui:
Tratado de Não Proliferação Nuclear
Agreed Framework
Joint Statement of the 4th round of the Six-Party Talks (Statement of Principles)
Joint Declaration on the Denuclearisation of the Korean Peninsula
Initial Actions for the Implementation of the Joint Statement
Resolução CSNU/1874 (2009)
Resolução CSNU/1718 (2006)
Resolução CSNU/1695 (2006)
Declaração Presidencial CSNU/7 (2009)
Todos os links estão em inglês, vez que alguns dos documentos não têm versão em português. Se você não lê em inglês, tá na hora de começar um cursinho, porque quem não sabe inglês não vai muito longe neste mundo =P
No mais, fiquem atentos a novas postagens no blog, pois algumas notícias interessantes e outros materiais importantes serão publicados nos próximos dias. Aproveitem a leitura, aprendam bastante e nos proporcionem ótimas discussões nos dias 10 e 11 de setembro.
Beijo no cérebro!
PH
segunda-feira, 11 de julho de 2011
SPECPOL se apresentando (quase) pronto para a MundoCM
Por Gilberto Gomes.
Prezadas futuras delegadas e futuros delegados,
A mesa diretora do 4º Comitê da Assembléia Geral das Nações Unidas (Políticas Especiais e Descolonização) vem se apresentar a fim de que os senhores saibam com quem estarão lidando em um futuro bastante próximo.
Aqui falaremos brevemente de quem somos, a que viemos e o que já fizemos de interessante. O assunto do comitê, por ora, fica para mais tarde. Afinal de contas, para além da importância de conhecer as dificuldades do tema a ser tratado, também é interessante saber quem coordenará vossas discussões (e vidas!) por toda a MundoCM.
Começo com o autor do texto: Gilberto Gomes, ex-aluno, formado em 2008 (camisa vermelha, sem ser a dos alunos do... 8º ano!). É estudante da gloriosa Faculdade de Direito da UnB, finalizando seu 6º semestre (7º durante a MundoCM). Será o diretor do comitê, não por ter mais experiência que os outros membros da mesa diretora, mas apenas por conseguir juntar essa equipe extraordinária. Sua experiência em simulações se resume, como delegado, às Sinus de 2006 e 2007, ao SINEI 2007 e ao Politéia 2010; e, como diretor assistente, à Sinus 2010, na Corte Internacional de Justiça.
Sigo com o primeiro reforço à equipe. Marina Calonego, também ex-aluna formada em 2008. É estudante do 6º semestre de Relações Internacionais do quase tão glorioso Instituto de Relações Internacionais da UnB. Estagia no Ministério de Relações Exteriores (é, o Itamaraty, aquele mesmo) e sua experiência em simulações, como delegada, deu-se nas Sinus, no SINEI e na Mirin (com apoio do comando para desbravar simulações Brasil a fora). Como staff, participa da Sinus desde 2009.
Segundo reforço: Luisa Hedler. Também é estudante de Direito na UnB, em seu 4º semestre. Alemã em ascendência e Viking em comportamento, sua experiência em simulações compreende a diretora assistente da OMS na Sinus 2011 e participante do Wirtschaftswoche (tente falar isso rápido três vezes com a boca cheia de farofa...) do Colégio Suíço-Brasileiro Curitiba/São Paulo, em 2008 (é alguma coisa como uma simulação de empreendedorismo em alemão...).
Concluímos com nossa aquisição mais recente: Luá Aguiar. Ex-aluna formada em 2008, também é estudante de Relações Internacionais na UnB, em seu 6º semestre. Delegou na Sinus, no SINEI, e no Politéia 2010 e 2011. Foi professora conselheira na MiniONU de 2008. Participou como staff nas Sinus 2010 (Diretora Assistente da Corte Internacional de Justiça) e 2011 (assistente de logística).
Enfim, caros delegados, com este pequeno texto tenho por apresentada uma parte daqueles que vão trabalhar com vocês na MundoCM 2011. Espero que o tema da simulação, e o do nosso comitê como um todo (que será trabalhado em post posterior), os atraia. Estamos completamente abertos a qualquer questão ou moção. Se estiver em dúvida se vai ou não simular, sobre qual comitê simular, qual curso quer fazer na Universidade, qual roupa usar pra conquistar aquele delegato ou delegata, sobre a procura pelo sentido da vida e do Universo ou simplesmente para jogar conversa fiada, fale conosco!
Um entusiástico abraço,
Gilberto Gomes (gilberto00000@gmail.com e @gilberto0000 no twitter), Marina Calonego, Luisa Hedler e Lua Aguiar.
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